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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Testo para reflexão (retirado do site Canção Nova)

Um exército de profetas!

Somos tomados pelo medo quando deparamos com a missão para a qual o Senhor nos designa, seja em nossa própria cidade, seja em nossa paróquia, seja em nosso bairro. Mas pelo poder do Espírito Santo venceremos nossos medos. Formamos um exército de consagrados, de profetas e precisamos vencer qualquer tipo de medo. Viveremos na segurança, na fortaleza, no vigor do Espírito Santo de Deus.

“Estendendo sua mão, o Senhor tocou minha boca e disse: ‘Eis, eu ponho minhas palavras na tua boca’” (Jr 1,9).

O desejo do Senhor é atingir as nações. Somos um grande corpo profético. Somos muitos irmãos espalhados em todas as partes da terra. Não pense que você está lutando sozinho no seu grupo, na sua comunidade, na sua cidade. Somos um grande corpo profético, e o Senhor nos confere a autoridade para tal missão:

“Vê, hoje te confiro autoridade sobre as nações e sobre os reinos, para arrancar e derrubar, para arruinar e demolir, para construir e plantar” (Jr 1,10).

O Senhor nos confere essa autoridade sobre as nações e reinos: para arrancar, derrubar, arruinar e depois plantar e construir o novo, como afirma a passagem bíblica acima. Por isso não podemos ficar parados num círculo fechado, rodeados de problemas, chateados, revoltados, desanimados... O Senhor é superior a tudo isso.

(Trecho do livro "Vocação: um desafio de amor" de monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib

Disponível em: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

Testo para reflexão (retirado do site Canção Nova)

Vida Religiosa

É comum associar tal expressão à vida reclusa

É comum associar a expressão “vida religiosa” a uma vida reclusa, como a das freiras enclausuradas. Mas, na verdade, toda pessoa que crê no Pai do céu, no Seu projeto, no destino que Ele traçou para as criaturas, obviamente deve ter uma vida religiosa. Não se pode conhecer uma verdade, acreditar nela e não se pronunciar a respeito. Há de haver uma reação. Portanto, acreditamos que vida religiosa é aquela que todos nós devemos viver.

Conhecendo o mistério da magnífica criação do mundo, conhecendo as nossas falhas, conhecendo a misericórdia divina, através da Bíblia e, principalmente, através dos relatos da Paixão de Jesus Cristo, que veio ao mundo para nos remir de nossas faltas e para nos ensinar a construir a felicidade, temos de tomar uma atitude com relação a tudo isso e essa atitude é a nossa vida religiosa. Religião é palavra oriunda do latim (re+ligare) e significa “religação, nova ligação”, ligação do que foi quebrado e restaurado.

Para o cristão, a Ressurreição é a etapa conclusiva da salvação. No Evangelho, encontramos o fato, a dinâmica e todo o objetivo da vida que, em Maria, se realiza de maneira plena e livre. Nosso destino é um novo céu, não um céu "lá em cima", porque céu não é um lugar, mas um estado.

Maria Santíssima é o modelo do perfeito discípulo. A sua vida foi toda uma vida religiosa, não fora do mundo, mas atuante no mundo, para Deus e pelos irmãos. Na atitude da Virgem Maria, ser humano realizado, toda pessoa encontra inspiração de vida, fé e amor: o projeto se torna realidade; o mal é vencido; o amor triunfa.

Vida religiosa é isto: é o indivíduo ver, em cada momento e em cada circunstância de sua vida, a presença amorosa de Deus e responder a esse amor, não importa o que der e vier, como “a serva do Senhor”: faça-se em mim segundo a Vossa vontade. E dentre aqueles que vivem uma vida religiosa nós rezamos especialmente por todos os que têm uma vida consagrada, contemplativa ou não, os religiosos que, seguindo aos conselhos evangélicos da pobreza, obediência e castidade, se colocam mais proximamente na radicalidade do serviço e do anúncio do Evangelho ao mundo.

Que os religiosos, os frades, as freiras, os monjes e as monjas possam crescer cada vez mais no testemunho e na ação pastoral da Igreja de Cristo.

Padre Wagner Augusto Portugal
Vigário Judicial de Campanha (MG)


Disponível em: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11976

Testo para reflexão (retirado do site Canção Nova)

Necessidade do jejum

Jejuar não é simplesmente passar fome

Não existe uma forma menos "sofrida" de adquirir a virtude da temperança? João Cassiano (370-435) explica por que é necessário que o corpo sofra um pouco. A razão é muito simples: não é possível cometer o pecado da gula sem a cooperação do corpo. E isso é evidente, já que os anjos, por exemplo, não podem pecar por gula, no sentido próprio da palavra. Ora, se é com o corpo que acontece o pecado, o combate à doença da gastrimargia só pode acontecer caso o corpo entre na luta. Por isso se deve fazer jejum.

Estes dois vícios [a gula e a luxúria] por não se consumarem sem a participação da carne, exigem, além dos remédios espirituais, a prática da abstinência. Na verdade, para quebrar os seus grilhões, não basta o propósito do espírito (como acontece em relação à ira, à tristeza e às outras paixões que, sem afligir o corpo, a alma sozinha consegue vencer), mas é imprescindível a mortificação corporal pelos jejuns, as vigílias e os trabalhos que levam à contrição, podendo-se acrescentar também a fuga das ocasiões insidiosas. Sendo tais vícios oriundos da colaboração da alma e do corpo, não poderão ser vencidos sem ambos se empenharem neste processo.

Nós, mediócres que somos, não temos a maturidade necessária para a santidade, por isso não seríamos capazes de nos manter em ordem, naquele equilíbrio que “tempera” a vida, sem o auxílio do jejum.

Com o jejum somos capazes de rechaçar as incursões hostis da sensualidade e libertar o espírito para que se eleve a regiões mais altas, onde possa ser saciado com os valores que lhes são próprios. É a imagem cristã do homem quem exige estes voos. Devemos estar prontos para a renúncia e a severidade de um caminho que termina com a instauração da pessoa moral completa, livre e dona de si mesma, porque um dever natural nos impulsiona a ser aquilo que devemos ser por definição.

Nunca é demais insistir no fato de que o jejum não nasce de corações ressentidos e que odeiam a vida. A Igreja e os seus santos sempre reconheceram a bondade fundamental desta vida e dos alimentos que a sustentam. Um santo não é um faquir, e o ideal ascético cristão nunca foi o de deitar numa cama de pregos ou engolir cacos de vidro.

Desde o Novo Testamento, a Igreja sempre condenou o "destempero" dos santarrões e das suas seitas.

Jejuar não é simplesmente passar fome. Se assim o fosse, a anorexia das modelos seria virtude heroica e os famélicos da história poderiam ser canonizados. Mas a simples fome não santifica ninguém. Para que dê o seu fruto, o jejum deve ser acompanhado de uma atitude espiritual adequada, pois a doença espiritual que desejamos curar é, seja permitida a redundância, espiritual.

O pecado não está no alimento, mas no desejo. São Doroteu de Gaza (século VI) explica isso a partir de uma comparação com o casamento. O ato sexual realizado por um devasso pode ser externamente idêntico ao de um esposo, mas sua natureza é completamente diferente. Nos atos humanos, a intenção não é um mero detalhe. Assim também é na alimentação. O homem sadio e o homem que sofre de gastrimargia podem comer os mesmos alimentos nas mesmas quantidades, mas somente o doente comete idolatria.

Quando, diante dos alimentos, nos esquecemos de Deus e começamos a desejar o nosso próprio bem, mais do que a glória de Deus, geramos uma desordem no nosso próprio ser.

(Trechos extraídos do livro "Um olhar que cura - Terapia das doenças espirituais" pag. 64 a 69)

Pe. Paulo Ricardo

Disponível em: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11974

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

DIA DOS PAIS




Poema entregue pelas crianças do grupo de oração aos pais.



O grupo de oração parabeniza a todos os pais e juntamente com toda a comunidade reza por eles.

GRUPO DE ORAÇÃO - 9 de Agosto de 2010

A FAMÍLIA E O MEIO DE COMUNICAÇÃO

Caros irmão, nesta segunda-feira o grupo de oração realizou mais uma etapa das pregações direcionadas as famílias. O pregador Ronaldo foi quem veio partilhar sobre o tema, I Cor 6,12-20, e nos ajudar a nos aproximar um pouco mais de Jesus.

Confira frases de destaque de sua pregação:
  • Hoje a família atravessa uma grande dificuldade em aceitar uma fé viva e renovada.
  • Não da para ir sempre ao grupo de oração e não renunciar as tentações do mundo, principalmente os trazidos pelos meio de comunicação.
  • O que tem sido permitido em sua vida que não tem sido bom para você e sua família?
  • Só temos autoridade de fazer em nome de Jesus aquilo que eu vivênciamos.
  • Cuidado você mãe que tenta se vestir e se comportar como sua filha, você precisa ser exemplo.
  • Quando se deparar com um jovem levando coisas para trocar na boca de fumo, reze por ele.
  • Deus quer que você faça aquilo que convém a você e a sua família.
  • Renuncie você casal a filmes pornográfico no relacionamento interno em que vive.
  • Nós podemos tudo, mas em Cristo Jesus.
  • Se nos despertarmos nas palavras de Deus não olharemos nem para direita e nem para esquerda.
  • O nosso corpo é templo vivo do espírito santo.
  • Hoje na santa missa existem mulheres com roupas decotadas curtas.
  • Não tenha vergonha você mãe de colocar seu filho no colo porque se não o fizer o traficante e a prostituta o fará.
  • A sua família jamais vai se reerguer se você não estiver em Cristo Jesus.








©2007 '' Por Elke di Barros